Sinopse: A obra parte de exemplos concretos, como o conflito na antiga Iugoslávia, para demonstrar que a identidade não é uma essência fixa ou natural, mas sim uma construção relacional, social e simbólica, que depende da marcação da diferença em relação ao “outro”. Os autores exploram como a identidade é produzida por meio de sistemas de representação e classificatórios, estando intrinsecamente ligada a relações de poder, à exclusão e à hierarquização social.
Atravessando temas como globalização, “crise de identidade”, novos movimentos sociais e teorias pós-estruturalistas, o livro desconstrói perspectivas essencialistas para propor que as identidades são fragmentadas, instáveis, performativas e estão em constante processo de transformação. Ao final, a obra discute as implicações dessas teorias para uma pedagogia crítica, que vá além da mera tolerância à diversidade e busque questionar ativamente os mecanismos de produção e fixação das identidades.






