Sinopse: Em O império do efêmero, Gilles Lipovetsky argumenta que a moda não é um fenômeno superficial ou secundário, mas sim um princípio estruturante central das sociedades modernas. Ele traça sua história desde o final da Idade Média, mostrando sua evolução de um privilégio aristocrático para um sistema democrático e generalizado. A obra defende que a moda, com seus valores de efemeridade, sedução e individualização, é um agente fundamental da modernidade, promovendo a autonomia pessoal e a dinâmica social, mesmo que de forma ambígua, ao lado do consumo de massa e da cultura midiática.






