Autor: Haruki Murakami

  • Norwegian-Wood

    Norwegian-Wood

    Sinopse: O romance é uma narrativa melancólica e nostálgica que acompanha Toru Watanabe, um jovem universitário em Tóquio nos anos 1960. A história começa com ele relembrando, já adulto, sua juventude e os relacionamentos que marcaram sua vida.

    Toru é profundamente ligado a Naoko, uma bela e frágil garota que era namorada de seu melhor amigo, Kizuki, que cometeu suicídio na adolescência. A morte de Kizuki os aproxima, mas Naoko luta contra sérios problemas emocionais, o que a leva a se afastar para uma clínica de repouso nas montanhas. Enquanto espera por uma possível recuperação dela, Toru conhece Midori, uma colega de universidade vibrante, extrovertida e cheia de vida, por quem começa a se apaixonar.

    O livro explora temas como amor, luto, amadurecimento, saúde mental e as complexidades das relações humanas, contrastando a delicadeza e a escuridão de Naoko com a energia vital de Midori. A história é marcada por um tom de perda e memória, enquanto Toru navega entre o passado e o presente, tentando encontrar seu lugar no mundo.

  • Homens-sem-Mulheres

    Homens-sem-Mulheres

    Sinopse: “Homens sem Mulheres” é uma coletânea de contos de Haruki Murakami que explora, de diferentes ângulos, a solidão e o vazio existencial que acomete homens após o rompimento ou a perda de suas relações com mulheres.

    Cada história apresenta personagens masculinos lidando com a ausência feminina de forma particular: um ator que contrata uma motorista e revisita a memória da esposa falecida e suas infidelidades, um universitário e seu amigo excêntrico que fala um dialeto de outra região, um cirurgião plástico que sofre um “mal de amor” devastador, um homem isolado que recebe visitas de uma misteriosa contadora de histórias, um dono de bar que enfrenta forças sinistras, uma releitura de Gregor Samsa que acorda humano, e uma reflexão final sobre a súbita condição de “homem sem mulher”.

  • Kafka-a-Beira-Mar

    Kafka-a-Beira-Mar

    Sinopse: O romance entrelaça a história de dois personagens improváveis cujos destinos estão misteriosamente ligados.

    • Kafka Tamura é um rapaz de quinze anos que foge de casa, em Tóquio, para escapar de uma terrível profecia edipiana feita pelo seu pai: que um dia matará o pai e se deitará com a mãe e a irmã. A sua jornada leva-o a uma biblioteca privada e tranquila em Takamatsu, na ilha de Shikoku, onde encontra aliados como o enigmático Sr. Oshima e a enigmática diretora, Sr.ª Saeki, por quem se sente profundamente atraído.
    • Satoru Nakata é um idoso que, na sequência de um misterioso acidente na infância durante a Segunda Guerra Mundial, perdeu a capacidade de ler e escrever, mas ganhou a estranha habilidade de falar com gatos. Ele vive uma vida simples nos subúrbios de Tóquio, ganhando a vida como localizador de gatos perdidos. No entanto, uma missão de rotina para encontrar uma gata desaparecida fá-lo cruzar-se com um homem sinistro e assassino, Johnnie Walker, desencadeando uma série de eventos que o forçam a abandonar o seu lar e a viajar para oeste, em direção a Shikoku.

    À medida que as suas histórias convergem, a realidade começa a distorcer-se. Murakami tece uma tapeçaria de realismo mágico, onde chovem peixes do céu, personagens históricas ganham vida, o espírito pode separar-se do corpo e pedras podem ser a entrada para outros mundos. A obra explora temas universais como o peso do destino, a natureza dos sonhos, a violência do inconsciente, a busca pela identidade, a perda e a complexidade do amor, tudo num cenário que desafia as leis da lógica e do tempo.

  • Do-que-eu-falo-quando-eu-falo-de-corrida

    Do-que-eu-falo-quando-eu-falo-de-corrida

    Sinopse: “Do que eu falo quando eu falo de corrida” é um relato pessoal e íntimo em que o aclamado escritor japonês Haruki Murakami reflete sobre sua relação de mais de duas décadas com a corrida de longa distância. Mais do que um livro sobre esporte, a obra é uma meditação sobre a disciplina, a solidão, o envelhecimento e o próprio ato de escrever. Murakami traça um paralelo entre a resistência física exigida pelas maratonas e a perseverança mental necessária para a carreira de romancista, explorando como o hábito de correr moldou sua vida, sua personalidade e sua arte.

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