Autor: Augusto Boal

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    Teatro-do-oprimido

    Sinopse: Nesta obra seminal, o dramaturgo e diretor Augusto Boal apresenta as bases teóricas e práticas de seu revolucionário método teatral, que concebe o teatro como uma poderosa arma de libertação política e social. Boal critica a tradição aristotélica, que, em sua visão, funciona como um sistema de opressão ao impor passividade ao espectador. Em contrapartida, ele propõe uma “Poética do Oprimido”, cujo objetivo central é transformar o espectador em protagonista da ação dramática, um “spect-ator”. Através de técnicas como o Teatro Fórum, o Teatro Invisível e o Teatro Imagem, Boal busca abolir a divisão entre palco e plateia, criando um espaço de ensaio onde os oprimidos podem analisar suas realidades, experimentar soluções e se preparar para a transformação de suas próprias vidas e da sociedade.

  • Hamlet-e-o-filho-do-padeiro-Memoria-imaginadas

    Hamlet-e-o-filho-do-padeiro-Memoria-imaginadas

    Sinopse: Nestas memórias, o dramaturgo e diretor Augusto Boal entrelaça fatos reais de sua vida com a imaginação, criando um relato autobiográfico não linear e profundamente humano. A narrativa começa com a história de seus antepassados portugueses, cheia de peripécias e dramas familiares, para então acompanhar sua infância no subúrbio do Rio de Janeiro. O livro traça sua jornada desde as primeiras experiências teatrais caseiras, passando pela formação em química e os estudos nos Estados Unidos, até se tornar uma figura central no Teatro de Arena de São Paulo.

    Boal reconstrói sua trajetória profissional, o desenvolvimento de suas inovações estéticas (como o Sistema Coringa e a nacionalização dos clássicos) e seu engajamento político, que culminou na criação do Teatro do Oprimido. A obra também aborda de forma contundente o período da ditadura militar, sua prisão, tortura e o longo exílio. Mais do que uma simples cronologia, o livro é uma reflexão sobre a memória, a identidade, a arte e a resistência, onde Boal se assume como um “fazedor” de histórias e de teatro, misturando passado e presente com a certeza de que “memória e imaginação são inseparáveis siamesas”.

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