Autor: Primo Levi

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    Sinopse: Primo Levi relata a sua deportação para Auschwitz em 1944, descrevendo a desumanização sistemática, a perda de identidade e as rotinas diárias brutais que reduziram os prisioneiros a objetos numerados. Ele enfatiza o dever moral de testemunhar, exortando os leitores a enfrentar o horror, lembrar as vítimas e evitar que atrocidades eternas se repitam no futuro.

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    Sinopse: Este volume reúne três livros de contos de Primo Levi, escritos entre 1966 e 1981, que exploram territórios da ficção científica, da fantasia e da parábola moral. Embora distintos dos seus famosos relatos de testemunho sobre o Holocausto, estas narrativas estabelecem com eles uma “ponte” e uma “continuidade”, utilizando a invenção para dissecar a condição humana, a ciência e a sociedade do século XX.

    Lilith (1981): Esta coletânea estabelece uma ligação mais direta com a experiência de Levi em Auschwitz, formando uma ponte com seus livros de memórias. Dividida em seções como “Passado próximo” e “Futuro anterior”, a obra alterna entre contos realistas sobre a vida no campo de concentração (como em “Capâneo” e “O nosso distintivo”) e fábulas fantásticas e reflexões filosóficas. O conto que dá nome ao livro, por exemplo, reconta a lenda judaica da primeira mulher de Adão dentro dos muros do Lager, mesclando memória, mito e poesia.

    Histórias naturais (1966): Assinado inicialmente com o pseudônimo Damiano Malabaila, este livro é um laboratório de ideias onde a tecnologia e a biologia se cruzam de forma perturbadora. Destacam-se as histórias protagonizadas pelo enigmático sr. Simpson, vendedor de engenhocas mirabolantes como o “Versificador” (um poeta automático) e o “Mimete” (um duplicador tridimensional). Os contos exploram as consequências éticas e sociais de invenções que desafiam os limites da natureza, frequentemente com um tom irônico e pessimista sobre o “progresso”.

    Vício de forma (1971): A tônica aqui é a crítica ao mundo moderno, à burocracia desumanizante e à tecnologia que escapa ao controle humano. Contos como “Rumo ao Ocidente” (sobre uma pulsão de morte biológica) e “Nossas belas especificações” (uma sátira à padronização total da vida) refletem uma visão apocalíptica e um profundo ceticismo sobre o futuro da civilização, dialogando com as ansiedades da Guerra Fria.

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