Sinopse: Roger Scruton, em Beleza, oferece uma defesa filosófica da beleza como um valor objetivo, universal e fundamental para a experiência humana. Contrapondo-se ao relativismo estético moderno, que trata o gosto como mera opinião subjetiva, o autor argumenta que o juízo de beleza é uma atividade racional e contemplativa. A obra examina a beleza em suas diversas manifestações: na natureza, nas pessoas, no cotidiano e, de forma mais aprofundada, na arte. Scruton explora a tensão entre a contemplação desinteressada e o desejo, a ligação entre a beleza e o sagrado, e a distinção crucial entre o verdadeiro valor estético e suas corrupções modernas — o kitsch e a busca deliberada pela feiura e pela dessacralização. Em última análise, o livro reafirma o papel da beleza como um guia para uma vida plena e como um antídoto contra o niilismo cultural.

