genero: Biografia

  • Cem-dias-entre-ceu-e-mar

    Cem-dias-entre-ceu-e-mar

    Sinopse

    Sinopse: Cem dias entre céu e mar é o relato autobiográfico do navegador brasileiro Amyr Klink sobre sua travessia solitária do Atlântico Sul a remo, realizada em 1984. O livro narra os 100 dias em que ele percorreu cerca de 7 mil quilômetros, partindo de Lüderitz, na Namíbia (África), até a Praia da Espera, no litoral da Bahia.

    A obra mescla o diário de bordo da viagem — com seus desafios, tempestades, encontros com baleias e tubarões, e a lida diária com a solidão — com flashbacks que remontam aos anos de preparação para o projeto, desde a concepção da ideia, passando pela construção do barco IAT, até as burocracias e coincidências que marcaram o caminho até o embarque definitivo.

    Mais do que uma aventura náutica, o livro é uma reflexão sobre perseverança, planejamento, superação do medo e a relação do homem com o mar e consigo mesmo.

  • Comer-rezar-e-amar

    Comer-rezar-e-amar

    Sinopse

    Sinopse: Comer, Rezar, Amar é um livro de memórias da escritora Elizabeth Gilbert, que narra sua jornada de autodescoberta durante um ano viajando por três países diferentes. Após um divórcio devastador e um conturbado relacionamento pós-separação, Liz decide passar um ano viajando sozinha em busca de equilíbrio. O livro é dividido em três partes, cada uma correspondendo a um país e a uma busca específica:

    Indonésia (Amar): Em Bali, Liz busca o equilíbrio entre o prazer mundano (aprendido na Itália) e a transcendência espiritual (vivenciada na Índia). Ela se reconecta com um xamã local, faz amizades profundas e, inesperadamente, se abre para um novo amor, encontrando a harmonia que procurava.

    Itália (Comer): Em Roma, Liz busca o prazer e a redescoberta da alegria de viver. Ela se dedica a aprender italiano e a desfrutar da culinária local, recuperando-se fisicamente e emocionalmente das dores do passado, aprendendo o significado do bel far niente (a beleza de não fazer nada).

    Índia (Rezar): Em um ashram, Liz mergulha em uma busca espiritual intensa. Através da meditação, de encontros com outros buscadores (como o irreverente “Richard do Texas”) e de desafios com a prática devocional, ela enfrenta seus demônios internos, aprende sobre perdão e busca uma conexão mais profunda com o divino.

  • Como-Ser-Antirracista

    Como-Ser-Antirracista

    Sinopse

    Sinopse: A obra é uma jornada pessoal e conceitual do autor para redefinir o que significa lutar contra o racismo. Kendi argumenta que não basta ser “não racista” (uma postura passiva e neutra), é necessário ser ativamente “antirracista”. Através de suas próprias experiências de vida e da história, ele desconstrói ideias racistas enraizadas em áreas como biologia, cultura, comportamento e classe social. O livro defende que o racismo é um sistema de poder e políticas, e que combatê-lo exige a adoção de políticas antirracistas para promover a igualdade racial.

  • De-onde-eles-vem

    De-onde-eles-vem

    Sinopse

    Sinopse: O livro acompanha a vida de Joaquim, um jovem negro e morador da periferia de Porto Alegre, que narra em primeira pessoa sua trajetória desde a infância até a vida adulta. A história é um mosaico de memórias que exploram suas relações familiares — especialmente com a avó, que enfrenta a demência —, suas experiências com o racismo estrutural, a pobreza, e sua luta para se tornar escritor. Ao ingressar na universidade pelo sistema de cotas, Joaquim se vê dividido entre o ambiente acadêmico, muitas vezes hostil, e as dificuldades de sua realidade, incluindo a necessidade de cuidar da avó e a falta de dinheiro. Paralelamente, o romance entrelaça sua história com a de outros personagens, como seu amigo Lauro, que enfrenta a homofobia, e seu relacionamento amoroso com Jéssica e, posteriormente, com Elisa. A obra é uma reflexão profunda sobre identidade, pertencimento, a violência do cotidiano, a ancestralidade, e o poder transformador — e por vezes doloroso — da literatura.

  • Do-que-eu-falo-quando-eu-falo-de-corrida

    Do-que-eu-falo-quando-eu-falo-de-corrida

    Sinopse

    Sinopse: “Do que eu falo quando eu falo de corrida” é um relato pessoal e íntimo em que o aclamado escritor japonês Haruki Murakami reflete sobre sua relação de mais de duas décadas com a corrida de longa distância. Mais do que um livro sobre esporte, a obra é uma meditação sobre a disciplina, a solidão, o envelhecimento e o próprio ato de escrever. Murakami traça um paralelo entre a resistência física exigida pelas maratonas e a perseverança mental necessária para a carreira de romancista, explorando como o hábito de correr moldou sua vida, sua personalidade e sua arte.

  • E-isto-um-Homem

    E-isto-um-Homem

    Sinopse

    Sinopse: Primo Levi relata a sua deportação para Auschwitz em 1944, descrevendo a desumanização sistemática, a perda de identidade e as rotinas diárias brutais que reduziram os prisioneiros a objetos numerados. Ele enfatiza o dever moral de testemunhar, exortando os leitores a enfrentar o horror, lembrar as vítimas e evitar que atrocidades eternas se repitam no futuro.

  • Essa-Gente

    Essa-Gente

    Sinopse

    Sinopse: O texto reúne fragmentos datados – cartas a editores, bilhetes pessoais, diálogos e trechos ficcionais – que revelam a vida turbulenta de um escritor: dificuldades financeiras, relações conflituosas, bloqueios criativos e constantes negociações com publicadores, amigos e familiares, tudo entrelaçado em confissões autobiográficas e esboços literários.

  • A-viagem-inutil

    A-viagem-inutil

    Sinopse

    Sinopse: O livro é uma autobiografia ensaística e poética em que a autora, uma travesti, atriz e escritora argentina, entrelaça suas memórias de infância e juventude com uma profunda reflexão sobre o ato de escrever. A obra parte de lembranças íntimas — como o aprendizado da leitura e da escrita com os pais em meio à pobreza e à violência familiar — para explorar temas como a descoberta da própria identidade, o travestismo, a prostituição, a relação com a literatura e o teatro.

    Sosa Villada também examina o papel da escrita como refúgio, ferramenta de sobrevivência e espaço de liberdade, ao mesmo tempo que discute a solidão do escritor, a inspiração, a memória e a influência de autoras como Marguerite Duras, Carson McCullers e Wisława Szymborska. O título remete à ideia de que a escrita é uma “viagem inútil” — um gesto que não se submete à lógica da utilidade ou da produtividade, mas que, paradoxalmente, dá sentido à vida e à arte.

  • A-Vida-Imortal-de-Henrietta-Lacks

    A-Vida-Imortal-de-Henrietta-Lacks

    Sinopse

    Sinopse: “A Vida Imortal de Henrietta Lacks”, de Rebecca Skloot, é uma obra de não-ficção que narra a história real de Henrietta Lacks, uma mulher negra e pobre cujas células cancerígenas foram retiradas sem seu conhecimento em 1951. Essas células, batizadas de “HeLa”, tornaram-se a primeira linhagem de células humanas imortal, reproduzindo-se indefinidamente em laboratório e sendo fundamentais para inúmeros avanços científicos, como a vacina contra a pólio e pesquisas sobre câncer e genética.

    Paralelamente, o livro conta a luta de sua família, especialmente de sua filha Deborah, para descobrir a verdade sobre o destino da mãe e entender como uma parte dela continuava “viva” e sendo comercializada pelo mundo. A obra entrelaça a história científica das células HeLa com a dramática jornada pessoal da família Lacks, levantando questões profundas sobre ética médica, racismo, consentimento informado e a exploração de corpos negros pela ciência.

  • A-viuva

    A-viuva

    Sinopse

    Sinopse: “A Viúva Clicquot”, de Tilar J. Mazzeo, é uma biografia histórica que narra a vida extraordinária de Barbe-Nicole Clicquot Ponsardin, uma jovem francesa que, no início do século XIX, desafiou as convenções sociais e se tornou uma das primeiras e mais bem-sucedidas empresárias da história moderna.

    A obra detalha sua trajetória desde a infância durante a Revolução Francesa, passando pelo casamento arranjado, a trágica viuvez precoce aos 27 anos e a ousada decisão de assumir o controle do pequeno negócio de vinhos da família. Em meio às guerras napoleônicas e bloqueios comerciais, ela demonstrou notável audácia, visão de mercado e perseverança para transformar a incipiente vinícola em um império global do champanhe.

    O livro explora não apenas seus feitos comerciais — como a conquista do mercado russo e a criação de uma marca de luxo —, mas também suas inovações técnicas, destacando a invenção do processo de remuage, que revolucionou a produção do champanhe ao torná-lo cristalino e acessível ao mercado de massa. Paralelamente, a autora traça um retrato íntimo e complexo de Barbe-Nicole, uma mulher de contradições: pioneira e conservadora, dominadora e generosa, cuja vida pessoal foi marcada por tragédias, pela relação com a filha e por um genro aristocrata e perdulário. No final, a narrativa mostra como sua história se entrelaça com a ascensão do champanhe como símbolo mundial de celebração e luxo.

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