genero: Filosofia

  • Sobre-a-brevidade-da-vida

    Sobre-a-brevidade-da-vida

    Sinopse: Neste ensaio filosófico, o pensador romano Sêneca dirige-se ao amigo Paulino para argumentar que a vida não é curta, mas sim os homens a tornam breve ao desperdiçá-la. A obra critica aqueles que se deixam consumir por ocupações fúteis, ambições políticas, negócios e prazeres vazios, vivendo em função do futuro e negligenciando o presente. Sêneca defende que o tempo é o bem mais precioso que possuímos, e que a verdadeira longevidade não se mede em anos, mas na qualidade e na sabedoria com que se emprega o tempo, reservando-o para o cultivo de si mesmo, a reflexão e o estudo da filosofia.

  • Sobre-a-liberdade-A-sujeicao-das-mulheres

    Sobre-a-liberdade-A-sujeicao-das-mulheres

    Sinopse: Esta obra reúne dois ensaios fundamentais do filósofo John Stuart Mill. Em Sobre a Liberdade, Mill defende a soberania do indivíduo sobre si mesmo, argumentando que a única justificativa para a interferência da sociedade ou do Estado na liberdade de alguém é a prevenção de danos a terceiros. O autor explora a importância da liberdade de pensamento, expressão e ação para o florescimento humano e o progresso social. Em A Sujeição das Mulheres, Mill aplica esses mesmos princípios liberais à condição feminina, atacando a subordinação legal e social das mulheres aos homens. A obra clama pela igualdade de direitos, educação e oportunidades, argumentando que a posição inferior da mulher é um resquício bárbaro que impede o desenvolvimento pleno de toda a humanidade.

  • O-Mito-de-Sisifo

    O-Mito-de-Sisifo

    Sinopse: Neste ensaio filosófico, Albert Camus investiga o que ele considera o único problema filosófico realmente sério: o suicídio. A obra explora o sentimento do “absurdo”, que surge do conflito entre o desejo humano por clareza e significado e a indiferença irracional do universo. Camus argumenta que, em vez de recorrer a “saltos” filosóficos ou religiosos em busca de uma esperança ilusória, o homem deve enfrentar o absurdo de frente. A conclusão do ensaio é ilustrada pelo mito grego de Sísifo, condenado a rolar eternamente uma pedra montanha acima apenas para vê-la cair. Camus conclui que devemos imaginar Sísifo feliz, pois a luta em si, realizada com consciência e revolta contra o destino, é suficiente para preencher o coração humano.

  • O-Prazer-do-Texto

    O-Prazer-do-Texto

    Sinopse: “O Prazer do Texto”, de Roland Barthes, é uma reflexão filosófica e poética sobre a experiência da leitura e a relação erótica entre o leitor e o texto. Barthes distingue entre o “texto de prazer” (aquele que conforta, confirma a cultura e proporciona euforia) e o “texto de fruição” (aquele que desconforta, faz vacilar as bases históricas e psicológicas do leitor, levando-o a uma crise com a linguagem). A obra explora a leitura como um espaço de perda, de jogo e de erotismo, onde o sentido é plural e o leitor é convidado a uma experiência sensorial e subversiva com as palavras, longe das amarras da crítica tradicional e da ideologia.

  • Ordem-e-Historia-Israel-e

    Ordem-e-Historia-Israel-e

    Sinopse: Este é o primeiro volume da obra magistral Ordem e História, do filósofo Eric Voegelin. O livro investiga as origens da ordem na sociedade humana, partindo das civilizações cosmológicas do Antigo Oriente Próximo — especialmente o Egito e a Mesopotâmia — onde a ordem social era compreendida como um reflexo direto da ordem cósmica, expressa por meio de mitos. Voegelin demonstra como essas sociedades buscavam sua sintonia com o ser divino por meio de uma participação compacta no cosmos. A obra alcança seu ponto central ao analisar a ruptura histórica representada por Israel. Diferentemente dos impérios vizinhos, Israel emerge não através do mito, mas da história, constituindo-se como um povo a partir de uma revelação divina concreta. A Aliança no Sinai e a figura de Moisés são examinadas como o “salto no ser” que funda uma nova forma de existência: a de um povo eleito que vive sob a orientação direta de Deus, em uma tensão constante entre a fidelidade à revelação e as tentações da ordem mundana. A obra traça, assim, a emergência da ordem histórica como uma nova forma simbólica de expressar a verdade sobre a existência humana e divina.

  • Louco-para-Ser

    Louco-para-Ser

    Sinopse: Neste ensaio filosófico e psicanalítico, Adam Phillips propõe uma reflexão sobre o conceito de sanidade, tradicionalmente negligenciado em comparação à fascinação cultural pela loucura. Phillips argumenta que, embora a sanidade seja frequentemente invocada como um ideal, raramente é definida ou desejada com entusiasmo. Através de referências que vão de Shakespeare e Dickens a Freud, Winnicott e Orwell, o autor explora a sanidade não como mera ausência de loucura, mas como um estado complexo e conflituoso, que envolve a negociação com nossos desejos, apetites e histórias pessoais. A obra examina temas como a criação de filhos, a sexualidade e a relação com o dinheiro, questionando o que significaria viver de forma “sã” no mundo contemporâneo e propondo a sanidade como um recurso para evitar a humilhação e cultivar uma vida com menos autoengano e mais abertura para o conflito e a incerteza.

  • Mente-Linguagem-e-Sociedade-filosofia-no-mundo-real

    Mente-Linguagem-e-Sociedade-filosofia-no-mundo-real

    Sinopse: Em Mente, Linguagem e Sociedade, John Searle oferece uma introdução acessível à sua filosofia, buscando mostrar como esses três domínios se integram em uma única realidade física. Defendendo uma “visão iluminista”, ele parte do realismo externo (a existência de um mundo independente de nós) para, em seguida, “naturalizar” a mente, explicando a consciência e a intencionalidade como fenômenos biológicos causados pelo cérebro. A partir dessa base mental, Searle demonstra como a intencionalidade coletiva e a atribuição de funções criam a realidade social (como dinheiro e governos) através de regras constitutivas. Finalmente, explica a linguagem como uma forma de ação humana (atos de fala), na qual a intencionalidade da mente é derivada para sons e marcas, permitindo a comunicação e a criação da realidade institucional. O objetivo central é sintetizar essas partes em um todo coerente, reafirmando a inteligibilidade do universo.

  • Mundo-de-Sofia-Nova-Edicao

    Mundo-de-Sofia-Nova-Edicao

    Sinopse: Sofia Amundsen, uma garota norueguesa prestes a completar quinze anos, começa a receber cartas anônimas com perguntas filosóficas instigantes, como “Quem é você?” e “De onde vem o mundo?”. As cartas dão início a um curso intensivo e secreto de história da filosofia, ministrado por um misterioso filósofo chamado Alberto Knox. Enquanto Sofia é apresentada aos principais pensadores e correntes filosóficas, desde os pré-socráticos até Sartre, sua própria realidade começa a se tornar cada vez mais estranha. Paralelamente, ela recebe cartas e objetos destinados a uma garota chamada Hilde, que completa quinze anos no mesmo dia que ela. A trama se desenrola em um jogo de camadas entre a realidade de Sofia e o universo narrativo criado por um misterioso autor, transformando o livro em uma jornada de autoconhecimento e uma introdução fascinante à história da filosofia.

  • O-crime-descompensa-um-ensaio-mistico-sobre-a-impunidade

    O-crime-descompensa-um-ensaio-mistico-sobre-a-impunidade

    Sinopse: “O Crime Descompensa: Um Ensaio Místico sobre a Impunidade”, do rabino Nilton Bonder, é um ensaio filosófico e místico que investiga a crise ética e moral da sociedade brasileira, centrada na questão da impunidade. O autor argumenta que a crença popular de que “o crime não compensa” é uma visão simplista e imediatista. Em vez disso, ele propõe que o crime “descompensa” em um nível mais profundo e sutil.

    Bonder diferencia valor de crença, explorando como a frustração com a falta de punição imediata leva a um perigoso cinismo social. Utilizando parábolas judaicas, conceitos cabalísticos e uma análise dos diferentes níveis de desenvolvimento moral, o livro defende que a verdadeira justiça não se limita à recompensa ou castigo externo. A obra convida o leitor a transcender a lógica da compensação imediata para compreender que o desrespeito aos princípios éticos desestabiliza o equilíbrio individual e coletivo, sendo esta descompensação a verdadeira “punição” e o maior desafio para o amadurecimento da sociedade.

  • Eu-so-existo-no-olhar-do-outro

    Eu-so-existo-no-olhar-do-outro

    Sinopse: Neste livro, os psicanalistas Ana Suy e Christian Dunker se encontram para uma conversa profunda e despretensiosa sobre as grandes questões da existência contemporânea. Partindo da pergunta-título, eles exploram a tese de que o “eu” se constitui a partir do reconhecimento e do olhar do outro, mas vão muito além, questionando as fronteiras entre o indivíduo e o mundo ao seu redor.

    O diálogo percorre temas como a fragilidade do eu, o teatro da vida social, a arte de perder, os desafios do amor na era digital e a obsessão por validação e por uma “melhor versão” de si mesmo. Com uma linguagem acessível e repleta de exemplos do cotidiano, os autores utilizam a psicanálise como ferramenta para desvendar os nós que amarram nossas relações, convidando o leitor a refletir sobre sua própria existência e a forma como nos descobrimos e nos perdemos no contato com o outro.

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