genero: Filosofia

  • Cinco-Licoes-Sobre-A-Teoria-De-Jacques-Lacan-J

    Cinco-Licoes-Sobre-A-Teoria-De-Jacques-Lacan-J

    Sinopse

    Sinopse: Cinco Lições sobre a Teoria de Jacques Lacan, de J.-D. Nasio, é uma introdução didática e profunda ao pensamento do psicanalista francês. A partir de seminários ministrados na Colômbia, o autor estrutura a obra em torno dos dois pilares da teoria lacaniana: o inconsciente estruturado como uma linguagem e a inexistência da relação sexual.

    Nasio explora conceitos fundamentais como significante, sujeito do inconsciente, gozo (em suas três formas: fálico, mais-gozar e gozo do Outro) e o objeto *a*, demonstrando como essas noções se articulam na prática clínica. A obra examina ainda a fantasia, o corpo como lugar do gozo e o papel do analista, sempre conectando a teoria à experiência do tratamento analítico. O livro destaca-se por seu estilo oral e vivo, tornando acessíveis ideias complexas de Lacan.

  • Em-Busca-de-Sentido

    Em-Busca-de-Sentido

    Sinopse

    Sinopse: A obra apresenta a visão de Viktor Frankl sobre a busca de sentido diante do sofrimento extremo vivido nos campos de concentração, introduzindo a logoterapia como caminho para encontrar significado mesmo na dor. O texto combina relatos autobiográficos, análises psicológicas das reações dos prisioneiros e reflexões filosóficas sobre liberdade interior, responsabilidade e a capacidade humana de transcender a desumanização.

  • Candido-ou-o-Otimismo

    Candido-ou-o-Otimismo

    Sinopse

    Sinopse: O texto é uma visão acadêmica do “Cândido” de Voltaire, enfatizando o seu ataque satírico ao otimismo leibniziano e à doutrina do “melhor de todos os mundos possíveis”. Analisa como os personagens do romance suportam a guerra, a escravidão, o desastre e a hipocrisia, revelando a crítica sutil de Voltaire ao otimismo ingênuo, ao dogma religioso e à loucura humana.

  • Ame-pessoas-use-coisas

    Ame-pessoas-use-coisas

    Sinopse

    Sinopse: Em “Ame pessoas, use coisas”, os autores e palestrantes Joshua Fields Millburn e Ryan Nicodemus, conhecidos como The Minimalists, aprofundam a filosofia minimalista para além da mera organização de objetos. O livro parte do princípio de que o acúmulo de bens materiais e as distrações modernas frequentemente nos afastam do que realmente importa: nossos relacionamentos.

    Através de suas histórias pessoais de superação — lidando com luto, vícios, dívidas e a busca por uma vida com mais propósito —, os autores guiam o leitor por uma jornada de transformação. Eles exploram sete relacionamentos essenciais que definem quem somos: com as coisas, com a verdade, com o eu, com os valores, com o dinheiro, com a criatividade e com as pessoas.

    A obra oferece ferramentas práticas e reflexões profundas para ajudar o leitor a se desfazer do excesso (seja ele material, mental ou emocional), a fim de abrir espaço para uma vida mais intencional, significativa e conectada. A mensagem central é um poderoso lembrete para reservarmos nosso amor e atenção às pessoas, utilizando as coisas apenas como ferramentas para uma vida melhor, e não o contrário.

  • Aprendendo-a-Viver

    Aprendendo-a-Viver

    Sinopse

    Sinopse: Esta obra reúne 29 cartas filosóficas escritas por Sêneca ao seu amigo Lucílio, abordando questões centrais do estoicismo, como a brevidade da vida, a velhice, a amizade, a morte, a liberdade e a virtude. Os textos oferecem reflexões profundas sobre as contradições da condição humana e buscam orientar o leitor para uma vida mais sábia e serena, destacando a importância do autoconhecimento, do uso consciente do tempo e da tranquilidade da alma diante das adversidades.

  • As-Origens-do-Totalitarismo

    As-Origens-do-Totalitarismo

    Sinopse

    Sinopse: “As Origens do Totalitarismo” é uma obra fundamental de Hannah Arendt que analisa os elementos históricos e as condições sociais que levaram à emergência dos regimes totalitários no século XX, particularmente o Nazismo e o Stalinismo.

    A obra está dividida em três partes, cada uma dedicada a um componente central desse processo:

    O Totalitarismo: Na parte final, Arendt delineia a natureza inovadora e monstruosa do governo totalitário. Ela argumenta que ele não é uma simples tirania, mas uma forma de governo sem precedentes, cuja essência é o terror e a ideologia. O terror totalitário não visa apenas inimigos políticos, mas “inimigos objetivos” (classes, raças) definidos pela ideologia, transformando a lei num movimento constante. Este regime só é possível com o apoio de massas atomizadas e isoladas, pessoas desenraizadas que, tendo perdido o seu lugar no mundo, encontram no movimento totalitário um sentido de pertença fictício. A ferramenta máxima deste domínio é o campo de concentração e extermínio, o laboratório onde se testa a crença fundamental de que “tudo é possível”, aniquilando a própria natureza humana e a espontaneidade, reduzindo os indivíduos a meros espécimes de uma espécie animal.

    O Antissemitismo: Arendt examina como o ódio aos judeus, que existia há séculos, foi transformado numa ideologia política moderna. Ela explora o papel paradoxal dos judeus na história europeia, como um grupo não nacional que servia aos Estados-nação, e como, com o declínio destes Estados, a riqueza e a posição dos judeus se tornaram alvos de ressentimento e uma ferramenta política crucial para a mobilização de massas, culminando no caso Dreyfus como um ensaio geral para o terror futuro.

    O Imperialismo: Esta secção analisa o período de expansão colonial no final do século XIX, que Arendt vê como o laboratório do totalitarismo. O imperialismo, movido pelo capital “supérfluo” e pela “ralé” (pessoas desenraizadas e supérfluas), quebrou a estrutura do Estado-nação. Introduziu a burocracia como forma de governo sobre “raças inferiores” e desenvolveu as ideologias raciais (especialmente na África do Sul) e os movimentos nacionalistas tribais (como o pangermanismo), que prepararam o terreno para a noção de que a humanidade podia ser dividida entre raças superiores e inferiores, destinadas a dominar ou a ser exterminadas.

  • Beleza

    Beleza

    Sinopse

    Sinopse: Roger Scruton, em Beleza, oferece uma defesa filosófica da beleza como um valor objetivo, universal e fundamental para a experiência humana. Contrapondo-se ao relativismo estético moderno, que trata o gosto como mera opinião subjetiva, o autor argumenta que o juízo de beleza é uma atividade racional e contemplativa. A obra examina a beleza em suas diversas manifestações: na natureza, nas pessoas, no cotidiano e, de forma mais aprofundada, na arte. Scruton explora a tensão entre a contemplação desinteressada e o desejo, a ligação entre a beleza e o sagrado, e a distinção crucial entre o verdadeiro valor estético e suas corrupções modernas — o kitsch e a busca deliberada pela feiura e pela dessacralização. Em última análise, o livro reafirma o papel da beleza como um guia para uma vida plena e como um antídoto contra o niilismo cultural.

  • A-Arte-de-Amar

    A-Arte-de-Amar

    Sinopse

    Sinopse: “A Arte de Amar” é um ensaio filosófico e psicológico que desafia a visão comum de que o amor é um sentimento fácil e espontâneo. Fromm argumenta que o amor é, na verdade, uma arte que exige conhecimento, esforço e prática, assim como qualquer outra habilidade (pintura, carpintaria, medicina).

    A obra divide-se em quatro partes principais:

    A prática do amor: Discute os requisitos para aprender a arte de amar, como disciplina, concentração, paciência, superação do narcisismo, objetividade, humildade e fé. Conclui que amar é um ato de coragem e fé, e que uma sociedade que o negligencia entra em contradição com as necessidades básicas da natureza humana.

    O amor como arte: Fromm critica a ideia de que o problema do amor é encontrar o objeto certo ou ser amado. Em vez disso, defende que o foco deve ser a capacidade de amar do indivíduo, uma faculdade a ser desenvolvida.

    A teoria do amor: Explora o amor como a resposta fundamental para o problema da existência humana: a superação da separação e da solidão. Distingue o amor maduro (união que preserva a integridade individual) do amor imaturo (união simbiótica). Analisa os elementos básicos do amor (cuidado, responsabilidade, respeito e conhecimento) e seus diferentes tipos: amor fraterno, materno, erótico, amor-próprio e amor a Deus.

    O amor na sociedade contemporânea: Examina como a estrutura da sociedade capitalista moderna, baseada no consumo, na troca e na alienação, leva à desintegração do amor, transformando-o em formas de pseudo-amor (como o espírito de “equipe” no casamento ou o amor idolatra).

  • A-Arte-de-Ter-Razao-38-Estratagemas

    A-Arte-de-Ter-Razao-38-Estratagemas

    Sinopse

    Sinopse: O livro apresenta um estudo sistemático da dialética erística, distinguindo-a da lógica formal e enfatizando técnicas para vencer argumentos independentemente da verdade objetiva. Baseando-se nos tópicos de Aristóteles, descreve trinta e oito estratagemas – tais como exagero, homonímia, premissas falsas e ataques pessoais – concebidos para defender ou minar posições em debate, eficazmente para os profissionais.

  • A-condicao-humana

    A-condicao-humana

    Sinopse

    Sinopse: A Condição Humana (1958) é o trabalho filosófico seminal de Hannah Arendt que explora aspectos fundamentais da vida humana – especificamente, três atividades centrais que ela chama de trabalho, trabalho e ação, que juntas constituem a vita ativa (vida ativa). Este livro segue o seu influente As Origens do Totalitarismo (1951) e aprofunda a sua análise dos fenômenos políticos e sociais, particularmente à luz dos desafios da modernidade.

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