genero: Obras Diversas

  • Um-Solitario-a-Espreita

    Um-Solitario-a-Espreita

    Sinopse

    Sinopse: “Um Solitário à Espera” é uma coletânea de crônicas do escritor amazonense Milton Hatoum que reúne textos publicados em jornais e revistas ao longo de uma década (aproximadamente 2003 a 2013). A obra é um mosaico de memórias, reflexões e observações sobre o Brasil e o mundo.

  • Um-teto-todo-seu

    Um-teto-todo-seu

    Sinopse

    Sinopse: “Um Teto Todo Seu” é um ensaio seminal de Virginia Woolf, publicado em 1929, que explora a relação entre as mulheres e a ficção. Partindo de uma palestra proferida em duas faculdades femininas de Cambridge, Woolf argumenta, de forma inovadora e com uma mistura de ficção e ensaio, que para uma mulher escrever ficção, ela precisa de independência financeira (simbolizada por quinhentas libras por ano) e de um espaço físico e psicológico próprio (um teto todo seu).

  • Vai-la-e-faz-como-empreender-na-era-digital-e-tirar-ideias-do-papel

    Vai-la-e-faz-como-empreender-na-era-digital-e-tirar-ideias-do-papel

    Sinopse

    Sinopse: “Vai Lá e Faz: Como empreender na era digital e tirar ideias do papel” é um guia prático e inspirador de Tiago Mattos que desmistifica o processo empreendedor na contemporaneidade. O livro propõe que, com a mudança da era industrial para a digital, o “pensamento industrial” (linear, segmentado e previsível) deve dar lugar a um “pensamento digital” (não linear, conectado e adaptável) para que ideias saiam do papel. A obra apresenta o método “VLEF” (Vai Lá e Faz), um framework que divide a jornada empreendedora em etapas claras: da Inspiração e Vontade, passando pela Ideia, Protótipo/MVP, Projeto, Negócio, até chegar à Empresa.

  • Verity

    Verity

    Sinopse

    Sinopse: O manuscrito segue um escritor em dificuldades convidado por uma editora para continuar a série best-seller “Verity” após o colapso do autor original. Em meio a um acidente de rua, encontros tensos com a editora Amanda e o agente Corey e um vínculo tenso com Jeremy, ele luta contra traumas, dúvidas morais e a atração da fama.

  • Teogonia-Hesiodo

    Teogonia-Hesiodo

    Sinopse

    Sinopse: A obra oferece uma tradução em verso da Teogonia de Hesíodo e um ensaio interpretando o poema como uma expressão de linguagem, poder e cosmologia. Destaca as Musas como memória divina, a natureza oral da poesia grega e a interação da verdade, da revelação e das forças primordiais do Caos, da Terra e de Eros.

  • Vida-3-0-o-ser-humano-na-era-da-inteligencia-artificial

    Vida-3-0-o-ser-humano-na-era-da-inteligencia-artificial

    Sinopse

    Sinopse: O livro explora o futuro da inteligência, dividindo a vida em três estágios: a Vida 1.0 (biológica), a Vida 2.0 (cultural, que é o estágio humano atual) e a Vida 3.0 (tecnológica), onde a vida pode projetar tanto seu software (aprendizado) quanto seu hardware (corpo). O autor discute o impacto da Inteligência Artificial (IA) na sociedade, abordando desde questões imediatas como empregos, leis e armas autônomas, até especulações de longo prazo, como uma possível “explosão de inteligência” que levaria a uma IA superinteligente. Tegmark apresenta diferentes cenários futuros para a humanidade, que vão desde utopias até a extinção, e levanta questões fundamentais sobre objetivos, ética e consciência em máquinas. O objetivo central é engajar o leitor na “conversa mais importante do nosso tempo” sobre como garantir que o desenvolvimento da IA seja benéfico para a humanidade e para o futuro da vida no cosmos.

  • Teorias-da-Comunicacao-de-Massa

    Teorias-da-Comunicacao-de-Massa

    Sinopse

    Sinopse: O livro traça a evolução da comunicação humana – desde os símbolos primitivos e a fala até à escrita, à impressão e às modernas tecnologias dos meios de comunicação de massa – enquadrando cada fase como uma “transição” que remodelou a cultura, a cognição e a organização social. Em seguida, examina os efeitos da comunicação de massa, revendo ideias clássicas de “bala mágica”, teorias de influência seletiva, modelos de diferenciação social e novas perspetivas ecológicas e de dependência, destacando os debates em curso sobre o impacto social dos meios de comunicação social.

  • Vida-para-consumo

    Vida-para-consumo

    Sinopse

    Sinopse: O livro analisa a transformação da sociedade, que deixou de ser uma “sociedade de produtores” para se tornar uma “sociedade de consumidores”. Bauman argumenta que, nesse novo contexto, os indivíduos são simultaneamente os promotores e as mercadorias que promovem. A principal característica dessa sociedade é a transformação dos consumidores em mercadorias, onde a subjetividade e o valor de uma pessoa são medidos por sua capacidade de ser desejada e consumida no mercado. A obra explora como o consumismo molda as relações humanas, a cultura, a política e a estratificação social, criando uma nova categoria de excluídos: os “consumidores falhos”. Bauman discute a cultura do descarte, a obsolescência programada dos desejos e a transformação dos vínculos humanos em relações frágeis e temporárias, mediadas pelo mercado, onde a liberdade de escolha se torna uma obrigação e a infelicidade, um sinal de fracasso pessoal.

  • Textos-para-nada

    Textos-para-nada

    Sinopse

    Sinopse: “Textos para Nada” de Samuel Beckett, traduzidos por Eloisa Araújo Ribeiro e com posfácio de Lívia Bueloni Gonçalves. A obra é composta por treze fragmentos que exploram a crise da narrativa e a busca por uma voz em meio ao silêncio e à desintegração.

  • Vigiar-e-Punir

    Vigiar-e-Punir

    Sinopse

    Sinopse: O livro analisa a transformação histórica dos sistemas punitivos no Ocidente, desde os suplícios públicos e espetaculares do Antigo Regime até o nascimento da prisão como forma moderna de punição. Foucault argumenta que essa mudança não representa apenas um avanço humanitário, mas uma nova estratégia de poder: o poder disciplinar. A obra detalha como as disciplinas, técnicas de controle minucioso sobre o corpo e o tempo dos indivíduos, surgiram em instituições como escolas, quartéis e hospitais, e foram posteriormente generalizadas para toda a sociedade. O Panóptico de Bentham é apresentado como o diagrama arquitetural ideal desse novo poder, que visa tornar os indivíduos visíveis e dóceis. Foucault demonstra que o sistema prisional, em vez de eliminar o crime, produz a delinquência como uma ilegalidade controlada e útil, e que a “alma” do homem moderno é, na verdade, o efeito de uma sujeição política e de um saber que a toma como objeto. A obra é, portanto, uma genealogia da sociedade disciplinar e das modernas ciências humanas.

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